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sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

CORRUPÇÃO E MEIO AMBIENTE: A COLETIVA DA CNBB

Quanto ao Projeto Ficha Limpa, que tramita no Congresso, o Presidente da CNBB, Dom Geraldo Lyrio Rocha, foi contundente: "Não dá para imaginar um parlamentar que se coloque contra o projeto Ficha Limpa. Alguém que se pronunciar contra a Ficha Limpa é um defensor da ficha suja? E quem se posicionar contra a Ficha Limpa, como é que vai disputar eleições? É um assunto que nos deixa pensativos. Não consigo imaginar alguém que seja contra esse projeto". Leia na íntegra.

CNBB:"Não é possível apoiar processos que ameaçam a vida..."

Os bispos do Conselho Episcopal Pastoral da CNBB (Consep) emitiram uma nota na manhã desta quinta-feira, 25, em que manifestam apoio à posição dos bispos do Pará e do Amapá em relação à construção da usina hidrelétrica Belo Monte, no rio Xingu. “Manifestamos nossa grande preocupação ao saber que a licença prévia já foi concedida pelo IBAMA, permitindo o leilão para a construção e exploração da referida Usina” ... Leia na íntegra a matéria.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Fotos da 6ª Assembléia - IDÉIA DE AMIGO -

A pedido do nosso querido amigo Padre Sávio Corinaldesi para ver algumas fotos da 6ª Assembléia do Povo de Deus, tive a idéia de colocar a todo(a)s a mesma oportunidade. Aqui estão elas para quem quiser dar uma olhadinha. Elas estão em tamanho reduzido para facilitar o download. Desculpem a falta de seleção das fotos (tem umas bem ruins), mas sei que nem todos (as) saem nas fotos boas então... (boa desculpa).
primeiro arquivo 30mb
segundo arquivo 57mb

Beto

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Homilia de Dom Erwin no 5º ano de morte de Dorothy Mae Stang



 "não somente o evangelho de Deus, mas até a própria vida"
1 Tes 2,8
Quinto aniversário do assassinato de Irmã Dorothy Mae Stang, NDdN

Cinco anos passaram desde aquele fatídico sábado em que Rayfran e Clodoaldo, empregados de Tato, cruzaram o caminho da Irmã Dorothy, não para cumprimentá-la, mas para executar o sinistro plano, há tempo concebido pelo consórcio do crime, e cumprir o nefasto papel de matar a Irmã que dedicou toda a sua vida aos pobres. 

Os pobres de hoje não são apenas uns explorados e oprimidos. São excluídos, expulsos da sociedade e da terra por serem considerados "supérfluos" (cf. DAp 65). Irmã Dorothy fez a opção de sua vida exatamente por essas pessoas, por essas famílias "sem eira nem beira", desprezadas e maltratadas, sem perspectivas num mundo em que perderam sua pátria

Foi aos pobres, que Deus assegurou seu amor incondicional e preferencial. As palavras do profeta Jeremias calaram fundo no coração de Dorothy: "Ponde em prática a justiça e o direito, livrai o oprimido das mãos do opressor, nunca prejudiqueis ou exploreis o migrante, o órfão e a viúva nem jamais derrameis sangue inocente no país" (Jer 22,3). Dorothy não apenas acompanhou as famílias de Anapu e da Transamazônica na busca de seus direitos e defendeu seus interesses, peregrinando de repartição em repartição, procurando falar com prefeitos, vereadores, deputados, senadores. Dorothy fez e foi muito mais: Ela amou! E esse amor fez vibrar cada uma das fibras de seu coração. Ela foi mãe, foi irmã, foi filha de seu povo! Dorothy nos lembra a passagem tão sugestiva na primeira carta de São Paulo aos Tessalonicenses: "Apresentamo-nos no meio de vós cheios de bondade, como u'a mãe que acaricia os seus filhinhos. Tanto bem vos queríamos que desejávamos dar-vos não somente o evangelho de Deus, mas até a própria vida, de tanto amor que vos tínhamos" (1 Tes 2,7-8).

Naquela manhã de sábado, 12 de fevereiro de 2005, ela testemunhou "o evangelho de Deus", derramando o seu próprio sangue. Foi morta porque amou sem medida, foi trucidada porque entendeu que seu lugar era "ao lado dessas pessoas constantemente humilhadas"1 foi assassinada porque abraçou "a justiça e o direito" e lutou para livrar "o oprimido das mãos do opressor" (Jer 22,3), foi eliminada do meio do povo pobre porque contrariou os interesses e ambições de "gente que se considera poderosa", como ela mesma costumava expressar-se.

Dorothy viveu em vida a opção pelos pobres sem deixar-se intimidar ou constranger. Com a sua morte, porém, Dorothy ultrapassou todos os limites e fronteiras. Sacudiu o mundo, descerrando a face ensanguentada da Amazônia, fazendo ecoar os gritos e revelando as dores que golpeiam os povos que aqui vivem.

Cinco anos passaram! Cinco anos, também repletos de tramas e trâmites judiciais. Prisões efetuadas com grande alarde, sentenças condenatórias solenemente proferidas e com a mesma solenidade anuladas, pedidos de habeas corpus deferidos e liberdade provisória concedida. Sempre novas versões do crime, chegando até ao cúmulo absurdo de transformar a vítima em ré, alegando legítima defesa.
Há poucos dias um dos acusados é preso outra vez2 . Foi condenado a 30 anos e absolvido em um segundo julgamento. Agora outro recurso consegue anular o veredicto anterior e o fazendeiro recebe novamente voz de prisão. E a imprensa divulga o fato como se fosse a prova mais convincente de que a Justiça funciona. Só tem um detalhe! Nós todos já estamos saturados de tais notícias. Em breve, algum advogado experto vai achar outra brecha na legislação e o homem conseguirá mais um alvará de soltura para acrescentar à sua coleção. O mesmo se diga do tal desaforamento anunciado agora3. Precisava cinco anos para chegar a essa conclusão?!
E o consórcio do crime? Nada mais tem a temer! A poeira há tempo sentou. Afinal, já há quem responde pelo homicídio! Por que procurar outros para submetê-los a processos complicados? Por que investigar a quem já não quer lembrar-se de nada? E aqueles que de longa data prepararam o terreno e o ambiente para que a irmã fosse morta? Agora negam tudo! Há pessoas que andaram de cima para baixo com a Dorothy e com ela comeram farofa na casa da Prelazia. Hoje estão do outro lado! Habilitaram-se a jogar no time adversário! É o salmo 41 bem atualizado: "Até meu amigo, em quem eu confiava, que comia do meu pão, levantou o calcanhar contra mim" (Sl 41 (40),10).

Neste ano de 2010, o mês de fevereiro, em que Irmã Dorothy foi assassinada, ganha mais uma razão para tornar-se histórico. A Amazônia que Dorothy tanto defendeu e pela qual doou sua vida, recebe mais um golpe, desta vez de proporções que ainda nem sequer podemos vislumbrar. O Presidente da República me prometeu pessoalmente4 a continuação do diálogo sobre o projeto Belo Monte. No dia primeiro deste mês o Ibama tornou pública a licença prévia para que o Xingu fosse barrado. 1522 km2 de destruição à vista: 516 km2 de área inundada e 1006 km2 de área deteriorada porque faltará água!

Todas as 40 condicionantes que a Licença Prévia elenca para serem observadas pela empresa que sairá vitoriosa no leilão, nada mais são que uma confissão pública do Governo de que o projeto, se for executado, terá consequências desastrosas. Ao exigir um bilhão e meio de reais em projetos para mitigar os efeitos, o próprio Governo admite de antemão que Belo Monte causará um terrível e irreversível impacto sobre a Amazônia. Onde já se viu tanto esmero para atenuar sequelas antes de iniciar a obra? É a prova cabal de que o próprio Governo sabe que está dando um tiro no escuro. Até esta data, o Ibama nem sequer conseguiu identificar a abrangência e intensidade dos impactos. Como esse órgão então pode realmente atestar a viabilidade de Belo Monte?

Lamentavelmente, quem sofrerá os trágicos efeitos não serão os tecnocratas em Brasília e políticos míopes, mas os povos desta região da Amazônia. O Xingu nunca mais será o mesmo. O solo será danificado, a floresta devastada e das águas turvas e mortas emergirão apenas os esqueletos esbranquiçados das outrora frondosas árvores.
É a política do rolo compressor, é a tática do fato consumado, é o método do autoritarismo que não aceita contestação!

E Dorothy, no seu túmulo, chora a desgraça anunciada!

Mas não deixa de encorajar-nos na luta em favor da vida contra projetos de morte. Nosso caminho é aquele traçado pelo Evangelho. Somos enviados por Jesus para anunciar a Boa Nova aos pobres e denunciar o que se opõe ao Evangelho da Vida, para quebrar as algemas da opressão e tirania, para defender o lar que Deus criou para todos nós e as futuras gerações, e proclamar um ano de graça do Senhor (cf. Lc 4,18-19).

Amém! Marána thá! Vem Senhor Jesus!

Anapu, 12 de fevereiro de 2010
Erwin Kräutler, Bispo do Xingu
1 Irmã Dorothy declarou em sua última entrevista que concedeu a Carlos Mendes de "O Liberal" em 2 de fevereiro de 2005, exatos dez dias antes de ser assassinada: "Sei que eles querem me matar, mas não vou fugir. Meu lugar é aqui, ao lado dessas pessoas constantemente humilhadas por gente que se considera poderosa" E mais adiante: "Eu acredito muito em Deus e sei que ele está comigo. Mas prefiro falar de vida e não de morte. O nosso povo tem um projeto de uma vida melhor com o PDS. Não tenho tempo de pensar em coisa ruim. Mas, se eles me matarem, eu gostaria de ser enterrada em Anapu, junto daquele povo humilde. O Pará é a minha terra." 
2Apontado como mandante da morte de Irmã Dorothy, Vitalmiro Bastos de Moura, o Bida, se apresentou, dia 6 de fevereiro de 2010, à delegacia de Altamira. Eduardo Imbiriba, advogado do fazendeiro, pretende entrar com um pedido de habeas corpus no Supremo Tribunal Federal (STF). Bida foi condenado a 30 anos de prisão em 2007, mas acabou inocentado no segundo julgamento, em maio de 2008. Em 2009 a Justiça anulou a absolvição do fazendeiro e decretou nova prisão. Segundo Notícias do Poder Judiciário de 10 de fevereiro de 2010, 19:30, o juiz Cláudio Henrique Rendeiro, em exercício na 2ª Vara do Tribunal do Júri de Belém, agendou para o próximo dia 31 de março a sessão de júri popular a que será submetido o fazendeiro Vitalmiro Bastos de Moura,
3 Os desembargadores das Câmaras Criminais Reunidas decidiram manter a decisão do Tribunal de Justiça do Estado em 2006 e transferir o caso de Regivaldo Pereira Galvão, o taradão, para a Comarca de Belém. 
O desaforamento foi pedido em 2006 pelo juiz Lucas de Jesus e, em 2009, pelo juiz Haroldo Silva da Fonseca, ambos da Comarca de Pacajá, à qual o município de Anapu é jurisdicionado. 
Galvão é outro acusado de ser um dos mandantes do assassinato da Irmã Dorothy. Após a apreciação do pedido de desaforamento, realizada dia 8 de fevereiro de 2010, deve ser marcada a data do julgamento, que deve ocorrer ainda este ano. 
A relatora do processo foi a desembargadora Vânia Silveira (cf. Diário do Pará, 09.02.2010).
4Audiência concedida em 22 de julho de 2009 no Gabinete da Presidência da República.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Índios protestam contra o Governo Federal e ocupam a UFPA em Altamira



MAIS ÍNDIOS CHEGAM PARA A MANIFESTAÇÃO

Índios Asurini da aldeia Koatinemo chegam para engrossar o protesto contra o Governo Federal.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

INDÍGENAS NÃO ACEITAM IMPOSIÇÃO DO GOVERNO

Indígenas fazem um dia de manifestação em Altamira contra a decisão do governo em extinguir a FUNAI em Altamira.

Índios ocupam o prédio da Funai desde a ultima quinta-feira. Hoje por volta das 07:30 indígenas de nove etnias fecharam a rua coronel Jose Porfirio em frente da UFPA, eles protestam contra a extinção da administração da fundação nacional do índio obedecendo a um decreto do presidente que reestrutura o órgão em todo o Brasil.

Armados e pintados para guerra os índios dançaram em meio a via publica e impediram a passagem de veículos pelo local. Em seguida um grupo foi até o coordenador da UFPA comunicar que os indígenas estavam ocupando todo o campus .

Policia militar esteve observando a manifestação pacífica. Já os alunos da universidade se mostravam preocupados com a situação das aulas, mas apoiavam o movimento indígena.

Com a extinção da funai de Altamira, mais de quatro mil índios vão ficar sem o apoio do órgão aqui na região, prejudicando as nove etnias existentes. Eles afirmam que não vão deixar o local enquanto não houver negociação com o governo federal e aguardam a chegada de outros indígenas para continuar a manifestação.

Colaboração: Patrícia Costa, Roney Santana, Benilza Miranda

Bida preso novamente

Foi por volta das cinco horas da manhã do último sábado quando o Fazendeiro Vitalmiro Bastos de Moura o Bida chegou a superintendência da policia civil acompanhado da advogada. Bida se apresentou ao delegado de plantão, logo o superintendente foi convocado. Segundo Francisco Pinto o mandado de prisão foi expedido pela desembargadora Vânia Silveira, presidente da 1ª Câmara Criminal Isolada do Tribunal de Justiça do Pará chegou no final da tarde de sexta-feira, depois que o STJ caçou o hábeas-corpus que mantinha o fazendeiro em liberdade.

Bida, é um dos acusados de mandar assassinar a missionária Dorothy Stang. O crime aconteceu em fevereiro de 2005, no município de Anapu. Dorothy lutava pela implantação dos projetos de desenvolvimento sustentável, pela reforma agrária e pelos direitos dos pequenos agricultores. Na primeira sessão de júri popular que ele foi submetido em maio de 2007, Bida foi condenado a 30 anos de reclusão. Como a pena foi superior a 20 anos, o réu teve direito a novo júri, ocorrido em maio de 2008, dessa vez, o acusado foi absolvido. Em abril do ano passado o segundo julgamento foi anulado a pedido do ministério publico, Vitalmiro foi mais uma vez preso e dias depois conseguiu um hábeas corpus que o mantinha em liberdade, até a semana passada. Ainda na delegacia Bida disse que estava na fazenda quando foi comunicado da prisão e que os advogados estavam trabalhando para sua liberdade.
Colaboração: Benilza Miranda, Roney Santana

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Belo Monte, licenciar destruir e meter a mão

Segundo o estudioso professor Osvaldo Sevá em seu artigo no Blog da Amazônia, se for feita a barragem trará muitas agruras para Altamira, cidade que se tornará uma pequena São Paulo, cercada pelo seu próprio esgoto jogado nos vários igarapés que a cruzam antes de desaguar no Xingu, e com inundações cada vez mais destrutivas e putrefatas. Veja a matéria completa

XINGU VIVO PARA SEMPRE

Algumas fotos da manifestação de ontem (04/02/2010) em frente ao Ibama.













Ativista olhando o enorme cerco policial em frente ao IBAMA







 



Indios representado as tribos indígenas da Região do Xingu





FECHEM O IBAMA

Foto feita ontem (04/02/2010) em frente ao IBAMA - Manifestação do Movimento Social contra a barragem



Lula deveria fechar o Ibama, segundo o jornalista Carlos Tautz . Ele diz que não adianta o Instituto querer manter as aparência e formalidade de órgão regulador, pois, seus especialistas já disseram que não tiveram tempo de analisar adequadamente o pedido de licenciamento da barragem de Belo Monte.

O jornalista afirma que a licença publicada na semana passada implodiu o sistema de licenciamento ambiental brasileiro. "Ao fechar o Ibama, pelo menos Lula poria um fim na hipocrisia, descaso e desconhecimento com que ele e quase todos os seus ministros sempre trataram os recursos naturais do País e as populações atingidas pelos projetos faraônicos, à moda ditadura, que seu governo apóia e viabiliza ... " Leia a matéria na íntegra

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Não esqueceremos, nunca! 12 de fevereiro de 2005


Amigos e Amigas,

Um abraço bem grande e cheio de saudades! O novo ano já começou e estamos na fase de planejamento e propostas novas. Este ano 2010 promete muita coisa boa para nós, principalmente no nível de organização do povo, o aprofundamento de nossa coletividade e a qualidade de Celebração desta nossa fé tão enraizada na caminhada comunitária da nossa vida. Então vamos para frente, crescer juntos e aprender viver cada vez mais o Brasil e Anapu diferente que sonhamos.

Nossa primeira atividade do ano é sempre a celebração da vida de Irmã Dorothy no dia 12 de fevereiro. Este ano completa cinco (5) anos desde o assassinato cruel que tirou a vida dela. Não esqueceremos nunca a brutalidade daquele dia cinco anos atrás, mas queremos lembrar neste dia 12 de fevereiro agora, principalmente a vida da Irmã Dorothy e a sua luta junto ao povo para defender a vida do povo, da floresta e da natureza. Defender a vida do povo é também defender o lar do povo, a terra, a floresta, a água, a natureza inteira. Segue o roteiro para a celebração do dia 12 de fevereiro. Venha, caminhar e celebrar conosco. Chegue cedo no dia 11 de fevereiro para ajudar também na limpeza, decoração e cozinha. Precisamos de vocês. Sim, haverá arrecadação de alimentos para o almoço e o jantar comunitários. Contamos como sempre com sua generosidade que nunca falta. Este ano não temos transporte, então os alimentos terão que vir de moto ou carro de linha. Entrega na Secretaria da Paróquia, na CPT, na casa do Padre Amaro ou na casa das Irmãs.

11 de fevereiro Limpeza geral de São Rafael, Igreja e Padre Josimo – o dia todo! Almoço incluído.

12 de fevereiro
5 h Alvorada nas ruas – Se juntam nos bairros, saindo em procissão, cantando,
chegando na praça principal ás 5 horas. De lá sairemos juntos em alvorada.
Café comunitário depois no Salão Paroquial Padre Josimo.
9h Celebração da Eucaristia: com Crisma e a Entrada de Zenilda e Helena
com as Irmãs de Notre Dame. Celebrante principal: Dom Erwin
12h Almoço Comunitário – Salão Paroquial Padre Josimo
14h Cristo-Teco, Danças folclóricos, Hip Hop, e muito mais – Salão Paroquial
16,30h Peregrinação até o Tumulo de Irmã Dorothy onde haverá uma mística que inclui a
plantação de 200 pés de mogno
18,30 Jantar Comunitário – Salão Paroquial Padre Josimo
20h Confraternização e Forro de Irmã Dorothy – É familiar, sem bebida alcoólica.
Salão Paroquial Padre Josimo.

13 de fevereiro Limpeza geral de manhã cedo. Inclui café da manhã. Venham todos e todas nos
ajudar!

Esperamos a sua chegada desde já. Um abraço grande da Equipe da Pastoral, da CPT e do CDA!

A Comissão Pastoral da Terra tem sua raiz e fonte no Evangelho e tem como destinatários de sua ação os trabalhadores da terra por fidelidade ao Deus dos pobres, à terra de Deus e aos pobres da terra. Deus ouve o clamor do seu povo e está presente na luta dos trabalhadores (Ex. 3, 7-10)”.

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