sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
Homilia de Dom Erwin no 5º ano de morte de Dorothy Mae Stang
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
Bida preso novamente
Colaboração: Benilza Miranda, Roney Santana
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
Não esqueceremos, nunca! 12 de fevereiro de 2005
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
MENTINDO EM JUÍZO IMPUNEMENTE UMA VEZ MAIS
Nota da Congregação de Notre Dame de Namur, 7 de Dezembro de 2009
“Volto a repetir que não existe a menor sombra de dúvida que o crime praticado contra a vítima foi adredemente premeditado, havendo uma cadeia formada hierarquicamente, onde figuram mandantes, intermediário e executores, cada um desempenhando nitidamente seu papel, com o único e comum objetivo de ceifar a vida de Dorothy Mae Stang”.
E que “só me resta a concluir, com base nas provas satisfatórias e contundentes constantes dos autos, que Rayfran agiu motivado pelo dinheiro que receberia de Vitalmiro e Regivaldo, restando provada a qualificadora de promessa de recompensa pelo serviço prestado.
Texto do voto relatório, Desembargadora Relatora Vânia Silveira, em 12 de maio de 2009, rejeição do recurso de Vitalmiro Bastos contra anulação do julgamento anterior (maio de 2008) no qual este foi inocentado e Rayfran das Neves teve seu crime reduzido para homicídio simples. Decisão obtida mediante uso de prova fraudulenta. Voto apoiado por unanimidade dos Desembargadores da Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Pará.
1. Este será o quarto júri de Rayfran das Neves, um dos executores. No banco dos réus deveria estar também Vitalmiro Bastos de Moura, o Bida, um dos mandantes. É o quarto porque o julgamento anterior foi ANULADO por fraude da defesa dos réus. Reconhecida pelo Tribunal de Justiça do Pará .
Fraude na qual intencionalmente concorreram Rayfran e o intermediário Amair Fejoli ator de gravação fraudulenta montada como suposta reportagem. Nela Amair mentiu negando participação e condução do crime por Vitalmiro Bastos e Regivaldo Galvão, com intento de deixar Rayfran das Neves como único responsável pelos seis tiros com a arma que ele forneceu e tentar encobrir os mandantes, parte da “cadeia formada hierarquicamente” para a concretização do crime. Vídeo realizado com recursos materiais e pessoais de gente de fora do presídio, onde os dois réus-personagens estavam. Vídeo que constituiu outro crime continuado de falsidade da quadrilha.
2. Em maio de 2009, a Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Pará anulou por unanimidade a escandalosa decisão de inocência de Vitalmiro Bastos e de condenação por homicídio simples de Rayfran das Neves obtida em maio de 2008, por absoluta contrariedade a documentação dos autos e uso de prova ilícita.
3. Quase ao mesmo tempo, o Ministério Público Federal de Altamira concluiu ação e comprovou fraudes e estelionato na papelada de compra e venda do Lote 55, Gleba Bacajá, local do crime. “Contrato” de suposta venda de Regivaldo para Vitalmiro, único álibi de Regivaldo para declarar-se “sem interesses” no crime e afastada das terras desde 2004, é um ato de enganação. “Contrato” fraudulento usado inclusive por seus advogados perante o STF. Inquérito da Polícia Federal comprovou denúncias da Congregação de Notre Dame sobre fraudes da papelada apreendida na casa de Amair Fejoli, dia 15/2/05, quando todos estavam foragidos. A Justiça Federal indiciou o chefe da quadrilha, Regivaldo Galvão, em março de 2009, pelos crimes de fraude documental, estelionato e grilagem de terras públicas do Lote 55.
4. Está desmascarada assim uma das pernas da burlesca cena assistida no júri de 2008. Jurados foram enganados por defesas de Vitalmiro e Rayfran, alguns fazendo troca-troca com a defesa de Regivaldo, que sustentaram a papelada apreendida na casa de Amair como “prova” de que Regivaldo, Vitalmiro e Amair eram “legítimos proprietários de terras legalizadas e produtivas”, “honrados fazendeiros”, ameaçados em seus bens pela freira “invasora”. Desmascarada está que a gangue de grileiros que matou Dorothy estava praticando mais uma de seus crimes e violências com uso de papelada fraudada.
5. A própria irmã Dorothy escreveu para o Corregedor-Geral da Polícia do Pará dias antes do assassinato apontando nomes dos seus algozes. Em 9 de janeiro de 2005, a carta descreve em detalhes o motivo do crime: a violenta reação dos grileiros liderados por Regivaldo Galvão diante das ações oficiais do INCRA reconhecendo a instalação do projeto de desenvolvimento sustentável PDS Esperança no Lote 55 entre outros. A carta relata corajosamente os detalhes das ações violentas do bando de Regivaldo porque Dorothy estava obtendo diversas vitórias legais no reconhecimento dos PDS e assentamentos nos lotes da Gleba Bacajá. Em 5 de janeiro o presidente nacional interino do INCRA visitou o lote 55, depois de audiência em Altamira e assegurou o apoio a implantação do PDS Esperança no lote 55, terra pública. Em 10 de janeiro ela obteve a instauração de inquérito policial que intimava Vitalmiro, Amair, Dominguinhos - um dos “gerentes” de Regivaldo Galvão, pelas ameaças contra lavradores e pela queima de roças e casas. Na carta pedia “medidas urgentes para evitar piores conflitos” e proteção policial para os colonos e assentados ameaçados.
Em depoimento oficial, Clodoaldo Batista, executante, constante nos autos, afirma que em 5 de janeiro, com Rayfan e Amair “queimaram a casa de Luis” na entrada do Lote 55. Não disse que o fogo foi posto com crianças dentro nem que a ordem era intimidar as famílias de colonos em represália pela reunião ali realizada entre colonos, Dorothy e nada menos que o presidente interino do INCRA!
Por tudo isto, a Congregação de Dorothy Stang, chama atenção da sociedade brasileira, das autoridades judiciárias, da imprensa que
a) o que está em jogo na próxima quinta-feira, Dia Internacional dos Direitos Humanos, não é se Rayfran das Neves é culpado ou não dos seis tiros, cinco deles dados pelas costas de Dorothy Stang caída ao chão! Culpado é. Confessou, os tiros foram testemunhados.
b) o que está em jogo é se assistiremos a mais um teatro de falsidades em sala de júri, no qual Rayfran das Neves seguirá roteiro acertado MENTINDO EM JUÍZO IMPUNEMENTE UMA VEZ MAIS para acobertar os seus mandantes, por medo ou busca de recompensa, acumpliciando-se com a quadrilha que planejou o crime e continua manipulando testemunhos, fraudando e falsificando, para enganar a Justiça...
c) ...ou teremos o júri de um elo da cadeia formada hierarquicamente, com mandantes, intermediário e executores, cada um desempenhando nitidamente o seu papel, com o único e comum objetivo de ceifar a vida de Dorothy Mae Stang, repetindo palavras dos Desembargadores do Pará.
A Congregação de Notre Dame de Namur e familiares de Dorothy chamam a atenção da sociedade brasileira para acompanhar os eventos e convidam a presença de jornalistas e autoridades para que se garanta um caminho da justiça e da verdade.
Irmã Jane Dwyer, de Anapu
sábado, 25 de outubro de 2008
sexta-feira, 22 de agosto de 2008
Romaria da Floresta Abertura
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008
Poesia - Doroty
Zé Vicente
Eu fui a Anapu no dia 12 de fevereiro de 2008, três anos depois de teu martírio, Ir.Doroty!
Tuas irmãs, teus irmãos, e toda a tua gente de dor,de luta e de esperança, nos acolheram, a mim, Luizinha Camurça(CPT) e Stênio Pérsico(músico), com alegria de quem sabe muito bem, fazer da morte uma celebração de Vida e Esperança insubmissas.
O caminho percorrido é longo e a caminhada está aí, lenta e desafiante, assim como aquele trecho da transamazônica, esburacada, escorregadia, quando chove e empoeirada, quando o sol esquenta.
Eu vi o Rio Anapu, que chegou até o altar, na Igreja de Santa Luzia, tua colega de testemunho e martírio, durante o ofertório, naquela celebração eucarística de confirmação pascal. E não importa se ainda é quaresma e via-sacra! Com o rio nos braços, os frutos cultivados de maneira sustentável, erguidos nas mãos, berimbaus, flores e troncos em chamas, eu vi, sim, eu vi jovens e crianças, dançando em saudação a Bíblia e às oferendas, num ritual de graça e alegria cristãs.
Eu vi e ouvi o grito profético de D.Erwin Krautler, lúcido bispo católico do Xingu, consciente de sua missão pastoral e dos riscos que corre. Sua palavra, extensão atual, do texto do evangelho do dia ( Mt.6,7-15). Contundente denúncia sobre o descaso de quem tem o poder de governar e fazer justiça - políticos, funcionários públicos, dos órgãos encarregados do zelo da floresta e da vida das famílias que ali estão.
“Pai Nosso, venha a nós o vosso Reino, da verdade e da vida, reino da santidade e da graça, reino da justiça,do amor e da paz!”
Na sua mensagem, D.Erwin, assume a voz dos que não podem falar, assim como deve ser a missão de todo aquele que se põe a serviço do pastoreio de um rebanho, em terras de tantas feras vorazes em ambição de bens e dominação, não importando se o sangue dos justos caiam sobre si. Meu Deus, e essas feras são nossos irmãos na mesma espécie humana!
As denúncias ganharam coro e força,na mensagem dos movimentos sociais e pastorais de Anapu,lida ao final da celebração: “...no terceiro aniversário do bárbaro assassinato de Ir.Doroty, queremos lembrar e viver o seu sonho,um sonho que é também nosso...”
Todos os atos do dia foram temperados com poesias e canções, entre elas aquela que compus no tempo de seca e lutas de 1982, em Crateús-Ceará, “Utopia”, considerada hino da caminhada por ali. Eu ouvi e senti a firmeza nas vozes ecoando Igreja à fora, mata à dentro...
O momento singelo, de peregrinação, atravessando o rio, na ponte balançante, até a tua cova, Doroty, naquele recanto que escolheste,dentro da Floresta, foi marcante e passará a fazer parte de nossas memórias sagradas. O som de tua voz livre, feminina, profética e de teu sorriso contagiante, vive hoje, como nota irmanada ao canto dos grilos, dos pássaros, do vento nas folhas e daquela menina que falou com lágrimas nos olhos, contemplando o teu rosto impresso na cruz: “tirem ela daqui, pra mim levar pra casa!...”
A causa maior, que não é só tua, Ir.Doroty Stang, mas de todos os homens e mulheres de boa vontade, causa sagrada da vida, do Reino de Deus, permanece para além de tua imagem que percorreu o mundo naquele doloroso dia 12 de fevereiro de 2005, como vibração de esperança, mas também como incômodo clamor nos ouvidos dos criminosos assassinos de gente, de animais e da Floresta Amazônica.
E queime também, como fogo abrasador, nos corações de quem tem o dever da ação e está omisso e cúmplice, portanto, dos crimes sem solução, mas também nas almas de quem se diz cristão ou cristã e nada fala ou faz, para testemunhar o compromisso irrestrito e solidário com quem está na missão e correndo riscos de vida, por testemunhar o Evangelho de Jesus Cristo!
Zé Vicente, poeta-cantor
Contato: zvi@uol.com.br
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008
3º Aniversário de morte de Irmã Doroty
O terceiro ano de morte de irmã Dóroty foi celebrado com a proclamação da vida em Anapu. Uma multidão de várias cidades da Transamazônica participou de um dia inteiro de homenagens à religiosa, que teve sua voz calada no dia 12 de fevereiro de 2005, quando seguia para mais uma reunião com os trabalhadores rurais daquele município.
Veja no vídeo acima.
Imagens: Erivaldo Andrade
Edição: Frederico Vicentini
Irmã Dorothy Mae Stang - Homilia de Dom Erwin
Homilia de Dom Erwin Krautler na Eucaristia celebrada por ocasião do terceiro aniversário de morte de Irmã Dorothy Mae Stang.
Caríssimos irmãos e irmãs em Nosso Senhor Jesus Cristo,
Celebramos o terceiro aniversário de morte de nossa Irmã Dorothy. Em 12 de fevereiro de 2005 ela foi brutalmente executada. Durante esses três anos muitas vezes fui perguntado por que uma Irmã que consagrou sua vida aos pobres e acompanhou sua luta por mais dignidade, por justiça e pelos mais elementares direitos de ter um chão para plantar e colher, por que essa Irmã dos pobres sofreu uma morte tão cruel. A resposta é simples e todos nós sabemos qual é. Ao colocar-se decididamente ao lado dos desfavorecidos, excluídos por um sistema capitalista selvagem que reina em nossa região, ela contrariou os interesses e as ambições de uma oligarquia que quer apoderar-se da Amazônia para usufruir de suas riquezas sem nenhuma preocupação pelas conseqüências para as futuras gerações. O lema é „aproveite-se enquanto puder“ e quem esboçar uma reação contra esta investida, corre risco de vida porque os representantes deste sistema agressivo à Amazônia reagem e conspiram imediatamente contra quem não rezar por sua cartilha. Dorothy foi vítima de seu amor à Amazônia. Por causa deste amor perdeu a vida.
A classe política se fez presente no dia do sepultamento de nossa Irmã. Anapu nunca viu tanto senador e deputado federal ou estadual. Hoje estou convicto de que a maioria dos que se fizeram presentes naquele funeral veio por causa da mídia que cobriu o triste evento. Essas autoridades que choraram ao lado do féretro queriam mostrar para o mundo que não compactuam com a morte e violência na Amazônia. Mas não deram nenhuma amostra de engajamento corajoso e valente para mudar a realidade. Não se converteram e a idéia de desenvolvimento que têm em relação a nossa região é meramente economicista. Pensa-se só em lucros imediatos e propositadamente se ignora as perdas irreparáveis. Delega-se às futuras gerações o enfrentamento da desgraça causada nestes tempos. É abominável uma geração descuidar de seus filhos e netos, deserdando-os por privá-los das mais elementares condições de sobrevivência.
Causa-nos revolta e indignação que o segundo julgamento do réu confesso Rayfram foi anulado, alegando-se que, „ao executar a freira, estaria potencialmente sob ameaça de cinquenta homens armados, os posseiros de Dorothy Stang“. É incrível até que ponto um advogado de defesa chega e mais incrível ainda é que não foi preso por ter levianamente acusado os agricultores do PDS de „pistoleiros“, equiparando-os ao criminoso que matou a Irmã. E pior, graças a essa intervenção o júri é anulado!
Que Justiça é essa que de repente inverte os papéis, imputando a criminalidade à pobre Irmã que derramou seu sangue e alegando legitima defesa para o assassino que disparou cinco tiros em cima da vítima indefesa, cuja única arma fora a Bíblia Sagrada?
Que Justiça é essa que depois de três anos não conseguiu ainda completar os inquéritos ou então os encerrou por motivos que nunca conseguem convencer-nos?
Que Justiça é essa que adia de ano em ano o processo contra pessoas altamente suspeitas de ter encomenado o crime?
Que Justiça é essa que nunca levou a sério a existência do „consórcio do crime“ nesta terra?
O Evangelho proclamado neste dia (Mt 6,5-14) faz parte do Sermão da Montanha. Jesus ensina a seus discípulos e discípulas a rezar. É a oração por excelência da Igreja e de todos os cristãos e cristãs. Cada versículo merece uma meditação especial, cada palavra é sacrossanta e toca o nosso coração.
No contexto desta Santa Missa em que lembramos o terceiro aniversário de morte da Irmã Dorothy, escolhemos o pedido „Venha nós o vosso Reino!“
Nascemos neste mundo, mas somos cidadãos, cidadãs de outro mundo. Somos chamados a colaborar na construção de um Reino que não é deste mundo, mas é para este mundo. Essa missão não é nada fácil. Somos enviados „como ovelhas entre lobos“ (Mt 10,16; Lc 10,3). Muitos rejeitam a mensagem que queremos anunciar. Não a rejeitam apenas, mas querem eliminar a mensagem e a quem a anuncia. Mas também nesta realidade conflitiva ouvimos as palavras de Jesus: „o servo, a serva não é maior que o seu senhor. Se eles me perseguiram, também a vós perseguirão“ (Jo 15,20). O Reino é dádiva divina, é graça de Deus, mas não dispensa nosso empenho. O que caracteriza mesmo o cristão, a cristã, é a perseverança em meio a adversidades e frente ao ódio e à violência.
Tombam irmãos e irmãs, sacrificados, executados pelos asseclas de um sistema iníquo, mas quem acredita no Reino de Deus e em sua justiça, não vacila nem treme. O sangue derramado de Irmã Dorothy, de Dema, de Brasília e de tantos outros por esta Amazônia afora é semente fecunda que se multiplica em inúmeros irmãos e irmãs que continuam no Caminho, apostam na utopia do Reino, acreditam no triunfo final de Cristo Senhor, não recuam e, se preciso for, estão dispostos a dar até a própria vida.
„Venha a nós o Vosso Reino!“ „Reino da verdade e da vida, reino da santidade e da graça, reino da justiça, do amor e da paz” (Prefácio de Cristo Rei). Amem.
Anapu, 12 de fevereiro de 2008
Erwin Krautler, Bispo do Xingu
quarta-feira, 30 de janeiro de 2008
A Semente Plantada deu Fruto

As comunidades de Anapu convidam as comunidades, movimentos populares, e todos e todas que buscam um mundo melhor, mais justo, mais irmão a celebrar conosco a Vida e o Compromisso de Irmã Dorothy Stang, no dia 12 de fevereiro de 2008, ocasião do 3º Aniversário de sua morte, morte bárbara e cruel. Lembramos neste dia, que apesar da Irmã Dorothy ter defendido a vida do povo com a sua própria vida, que apesar de grandes promessas políticas na parte do governo, do Ministério Público Federal e Estadual, do INCRA e do IBAMA de regularizar a situação fundiária e florestal no estado do Pará, pouca coisa tem mudado desde 2005. Apesar de denúncias constantes a floresta continua a cair, os manejos florestais ilegais continuam a aparecer, os caminhões madeireiros andam dia e noite em nossas estradas, os assentamentos do povo estão longes de ser consolidados, a procuradoria do INCRA para regularizar as situações “sob judice” e outras nunca aparece, o processo judicial contra os que mataram a Irmã Dorothy caminha devagar e cheio de “surpresas”, enfim as promessas continuam ocas e vazias, promessas traidoras. Mas nem por isso vamos desistir da caminhada. Este ano o tema de nossa comemoração é: A Semente Plantada deu Frutos!
Estes frutos somos nós, e apesar de tantas barreiras, dificuldades, ameaças e problemas, vamos continuar esta luta por uma vida mais digna e justa para nós e toda a natureza que Deus nos deu.
A celebração de 2008 vai ser mais participada e animada de todas as celebrações até hoje. Teremos conosco, Zé Vicente, para acompanhar todas as atividades e terminar com um “show” às 20 horas no Clube Tropical. Segue o roteiro do dia que queremos partilhar e comemorar com vocês:
- 9,00 Celebração da Santa Missa com Crisma - Dom Erwin
- 12,00 Almoço Comunitário – Salão Paroquial Padre Josimo
- 14,00 O Palco das Comunidades (Apresentações, poesias, músicas, denúncias, cobranças...tudo que precisa fazer!) Clube Tropical
- 16,30 Visita comunitária com oração ao túmulo de Irmã Dorothy – São Rafael
- 18,00 Jantar comunitário (a partir das 18 horas) – Salão Paroquial Padre Josimo
- 20,00 Show de Zé Vicente, intercalado com os e as artistas das comunidades de
Anapu e outros lugares, terminando com o Forró da Dorothy! - Tudo no Clube Tropical
Venham comemorar, celebrar e caminhar!
Texto de Jane Dwyer
